Estava sol e bom tempo e a L de cabelo cooompridooooo. In Figueira de Castelo Rodrigo
Sunday, February 26, 2006
Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Não é o que parece, lololo Já n via estas fotos há anos! Tal como n vejo este estarola há séculos. Por onde é que andas gajo?? :P
Para mim tanto me faz...
Estava eu mto divertida na bela discoteca da 24 de Julho onde as gajas saem de lá doidas e são atropeladas qdo começo a ouvir os primeiros acordes da bela música dos D'Zert. Com a criançada aos pulos, para mim muito me fez: agarrei nas minhas coisas e ala que se faz tarde!
Sunday, February 05, 2006
Oi
Bebi o meu copo de leite com mel, coloquei a mala de veludo ao ombro, agarrei no guarda-chuva e saí de encontro à luz. Pelo caminho passo por um campo pintado de papoilas, e recordo com carinho os momentos de infância. Mas os tempos são outros. O fiel companheiro Robidu já não me acompanha nestes passeios. Agora tento que o meu presente tenha sempre uma pitada de cardamomo para conseguir olhar para o futuro com uma esperança nos olhos e uma palavra nos lábios: oi!
PS: É só um exercício do workshop de escrita criativa.
PS: É só um exercício do workshop de escrita criativa.
apenas um
Um cheiro
Um olhar
Um som que ficou por dizer
Um gesto mal compreendido
Um sorriso perdido
Um querer dizer sem encontrar forma de o fazer
Um espera lá
Um rodopio
Um novo cruzar de olhos,
Um recomeço
Um raio de esperança
Uma mão que encontra a outra e um convite: vamos passear?
Um olhar
Um som que ficou por dizer
Um gesto mal compreendido
Um sorriso perdido
Um querer dizer sem encontrar forma de o fazer
Um espera lá
Um rodopio
Um novo cruzar de olhos,
Um recomeço
Um raio de esperança
Uma mão que encontra a outra e um convite: vamos passear?
Clic
Hoje, domingo, dia 3 de Fevereiro, das 13h às 15h, dei largas à imaginação e soltei as rédeas da caneta. Com pedaços de papel plantei uma flor, com letras formei palavras e com palavras transcrevi o que me vinha à cabeça. Duas horas num workshop de escrita criativa que serviram de inspiração para o que me espera: sair sem rumo com o sol como companheiro, para fotografar a cidade que me acolheu, e onde permaneço em constante descoberta.
Friday, February 03, 2006
Thursday, January 19, 2006
Elvis
Há um ano que passaste a ser a estrela que mais brilha lá em cima. Tentei prepositadamente esquecer a data certa. Mas sei que foi em janeiro pq escrevi no meu caderninho: tenho saudades dos momentos em que te aninhavas no meu colo qdo me sentava no chão do quarto mesmo em frente ao aquecedor. Tenho tantas saudades tuas...
Tuesday, January 03, 2006
Voando sobre um ninho de... flamingos
Durante a viagem de teleférico sobre o Zoo de Lisboa, durante a chuvada que fez questão de cair, ainda consegui tirar uma ou outra foto
Thursday, December 22, 2005
Wednesday, December 21, 2005
Escorrida, mas shinning
Cenário: Sábado, meio da manhã, num cabeleireiro supostamente xpto mas com quase todo o pessoal com sotaque brasileiro.
- Bom dia, é para cortar e secar.
- Muito bem, pode aguardar um pouco?
Fiquei logo bem impressionada quando abri a primeira revista que escolhi:
Vogue de Janeiro de 2006. Isto é que é actualização! Mas nem tive tempo para chegar ao artigo sobre a Kate Moss, pois chamaram-me de seguida.
Após decidirem que tipo de corte me ficava bem, fui apanhada de surpresa:
- Devia colocar uma máscara de gloss...
- Heim?!? Gloss? (mas isso n é aplicado nos lábios, pensei eu)...
- Sim, uma máscara que vai dar mais brilho ao cabelo e que tem efeito durante cinco semanas, e vai fazer isto e aquilo e blablablabla
Após a explicação exaustiva, fiquei a saber qto o tratamento ia afecta a minha carteira. Ainda assim, deixei-me de merdas e lá me rendi ao gloss. Enquanto estava de cabeça enfiada naquela coisinha de lavar o cabelo (que por sinal nunca me habituei pois faz doer o pescoço como o caraças) chego à conclusão que as senhoras que estão ao meu lado têm algo em comum: todas comentam umas com as outras que vão por a mesma mistela que eu no cabelo, o que as obriga a estar 15 minutos de cabeça para trás, a olhar para o tecto.
No meu caso foi bem mais tempo, já que a minha brasileira resolveu pentear uma criança enquanto o produto fazia efeito em mim. Com o tempo todo que estive à espera, acho que o gloss vai durar uns 3 meses!
E pronto, depois seguiu-se o corte com uma máquina de barbear em substituição da tradicional tesoura e o alisamento dos meus caracóis. Até já estava com pena da brasileira. No final, o resultado pode dizer-se shinning e os comentários até têm sido favoráveis. Resta saber se "o cabelo fica-te bem assim" quer dizer que n me fica bem o meu look habitual...
Já agora, Feliz Natal a todos!
- Bom dia, é para cortar e secar.
- Muito bem, pode aguardar um pouco?
Fiquei logo bem impressionada quando abri a primeira revista que escolhi:
Vogue de Janeiro de 2006. Isto é que é actualização! Mas nem tive tempo para chegar ao artigo sobre a Kate Moss, pois chamaram-me de seguida.
Após decidirem que tipo de corte me ficava bem, fui apanhada de surpresa:
- Devia colocar uma máscara de gloss...
- Heim?!? Gloss? (mas isso n é aplicado nos lábios, pensei eu)...
- Sim, uma máscara que vai dar mais brilho ao cabelo e que tem efeito durante cinco semanas, e vai fazer isto e aquilo e blablablabla
Após a explicação exaustiva, fiquei a saber qto o tratamento ia afecta a minha carteira. Ainda assim, deixei-me de merdas e lá me rendi ao gloss. Enquanto estava de cabeça enfiada naquela coisinha de lavar o cabelo (que por sinal nunca me habituei pois faz doer o pescoço como o caraças) chego à conclusão que as senhoras que estão ao meu lado têm algo em comum: todas comentam umas com as outras que vão por a mesma mistela que eu no cabelo, o que as obriga a estar 15 minutos de cabeça para trás, a olhar para o tecto.
No meu caso foi bem mais tempo, já que a minha brasileira resolveu pentear uma criança enquanto o produto fazia efeito em mim. Com o tempo todo que estive à espera, acho que o gloss vai durar uns 3 meses!
E pronto, depois seguiu-se o corte com uma máquina de barbear em substituição da tradicional tesoura e o alisamento dos meus caracóis. Até já estava com pena da brasileira. No final, o resultado pode dizer-se shinning e os comentários até têm sido favoráveis. Resta saber se "o cabelo fica-te bem assim" quer dizer que n me fica bem o meu look habitual...
Já agora, Feliz Natal a todos!
Thursday, December 15, 2005
No fio da navalha...
Bastaram alguns segundos para me sentir a pessoa mais insegura do mundo, bastaram uns segundos para alterar a forma despreocupada com que sempre andei na rua, bastaram alguns segundos para me aperceber que provavelmente andava a abusar da sorte ao caminhar sozinha pelas ruas da capital com o mesmo à vontade com que sempre passeei na cidade natal, bastaram alguns segundos para ficar um pouco mais pobre, novamente sem contacto da rede 96 e com uma nova perspectiva nova sobre o facto dos agarrados serem doentes ou não. Uma doença não se escolhe, aparece e pronto. Neste caso, com toda a informação que existe hoje em dia, só quem se mete numa aventura destas e não tem qualquer problema em apontar uma navalha ao estômago de alguém para arrancar uma dezena de euros para a próxima dose só pode ser mesmo muito estúpido! Resta-me pouco da inocência de outros dias. O mundo cor-de-rosa tem cada vez mais pontos cinzentos e está a dar lugar a um cinza com pintas rosas...
Thursday, November 24, 2005
É Natal!?...

Também é Natal na Praça do Município
Há muito que as montras se vestiram de vermelho e branco. Qualquer loja que se preze tem as prateleiras repletas de motivos natalícios, ora é o pai natal, ora o anjinho, ora a rena, ora um palhaço qualquer com um gorro vermelho enfiado na cabeça. Na minha magazine, acabamos de fechar a edição de Natal. No intervalo das novelas e reality shows, voltaram as barbies, os action mans e as bratz, que fazem as delícias dos mais pequenos que nunca ouviram falar na lengalenga do coelhinho que foi com o "pai natal e o palhaço no comboio ao circo". Na capital fez-se luz e a baixa está inundada de luzinhas azuis, brancas e vermelhas, pequeninas para quem fica com dores de pescoço depois de passar horas a contemplar a árvore plantada no Terreiro do Paço (e que consegue a proeza de fazer com que os lisboetas se esqueçam de apitar quando o sinal passa para verde e o carro da frente não arranca imediatamente). Tudo isto seria perfeitamente normal em Dezembro. Mas ainda ninguém reparou que estamos em Novembro? Eu sei, espírito natalício n é o meu forte :s
Tuesday, November 01, 2005
Thank you!
De fazer chorar as pedras da calçada diz a A. De cortar os pulsos diz a L. Pois eu defino a música de Antony and the Johnsons como hipnótica. Numa manhã chuvosa, ia eu a conduzir pela 24 de Julho até que começa a tocar na Radar o Forgive Me. Os acordes, misturados com o céu carregado de nuvens, tornaram aquele momento em algo que ainda hoje recordo como especial. E ontem, no Coliseu, não há muitas palavras para descrever aqueles instantes em que uma voz sublime conseguiu cativar o público presente. O homem tem um instrumento vocal único, que acompanhado por violinos e violoncelo ainda se torna mais poderoso. Acho que estive com um sorriso nos lábios de princípio ao fim, feliz por estar a testemunhar aquele momento. No fim, o E confessou que por vontade dele estava ali a noite toda a ouvi-lo. Senti precisamente o mesmo, que podia estar ali sentada horas a escutar o vencedor do Mercury Prize sem sentir uma pontinha de depressão, uma palavra utilizada várias vezes para descrever o seu tipo de música. É claro que não é a mais alegre do mundo, dificilmente alguém se levanta da cadeira e começa a dançar. Mas são sons que embalam a alma, que aconchegam o coração. Foi um belo momento.
Banda sonora: My Lady Story (a pensar no Forgive Me)
PS: O título é uma pequena private joke para quem teve o privilégio de assistir ao espectáculo :)
Banda sonora: My Lady Story (a pensar no Forgive Me)
PS: O título é uma pequena private joke para quem teve o privilégio de assistir ao espectáculo :)
Wednesday, October 12, 2005
Erase and rewind...
Há situações que nos fazem equacionar a vida que levamos, as escolhas que fazemos e se somos ou não felizes com as opções que tomamos. Hoje, ao falar com uma desconhecida dos seus 60 anos - mas bem mais jovem e bonita que algumas pessoas mais jovens que conheço - comecei a pensar se por vezes não estou a desperdiçar os "melhores" anos da vida. Dizia-me ela que foi necessário uma doença para acordar, para ver que o stresse e a correria do dia-a-dia não a estavam a levar a lado nenhum. Teve a coragem para colocar um ponto final e fazer só aquilo que realmente lhe dá prazer. Porque, qdo fazemos um balanço ao fim de um determinado período de tempo, às x as coisas boas que nos lembramos são estupidamente poucas. Dizia.me ela que era bom sinal quando os pais olhavam para trás e se lembravam daquela tarde bem passada com os filhos no jardim ou daquele dia em que foram todos ao cinema. Não nos lembramos das discussões estúpidas porque não arrumaram o quarto ou não comeram a sopa toda. Isto para dizer que é bem mais importante passar mais tempo com quem mais gostamos do que desperdiçar a vida no corre corre do trabalho e dos afazeres diários. Estamos tão (con)centrados em nós próprios que nos esquecemos das pessoas à nossa volta. E eu que ia em trabalho, acabei por receber uma lição de tolerância, de amor ao próximo, de procurar fazer as coisas que mais gostamos porque não estamos aqui a fazer um estágio para uma próxima encarnação. É agora ou nunca e há que aproveitar. Parece um lugar comum, mas quando pensamos nisso é bem verdade. E para aqueles que têm a coragem de dizer basta, de colocar umas reticências e partir em busca da própria essência numa volta ao mundo, do fundo do coração que façam boa viagem ;) Eles sabem quem são. E se eu pudesse, fazia o mesmo!
Subscribe to:
Posts (Atom)


