Thursday, April 20, 2006
Medo!
O desafio foi feito pela ananin: revelar os meus medos. Quem me conhece deve saber que pouco revelo de mim. Mas vou abrir uma excepção já que não posso fugir com o "rabo à seringa". Podia sempre referir o medo de voltar a ficar sem net no trabalho ou de encontrar um tubarão no mar, mas pronto, cá vai:
Medo! 1
Que um membro da família mais próxima parta antes de mim. Da dor da despedida, algo com que nunca soube lidar. Continuo mto ligada a eles, pelo que é uma perspectiva que não gosto nem de pensar. Por outro lado, assusta-me o facto de partir e deixar os 3 pimpolhos sem protecção, especialmente a princesa de quem sou madrinha e logo segunda mãe
Medo! 2
Que a casa me caia em cima da cabeça. Passo a explicar: o ano passado comprei um T1 no centro de lx e sempre que a terra treme fico com o coração nas mãos. A perspectiva de ficar a pagar uma casa destruída por um terramoto que ninguém sabe quando vai acontecer mas que é inevitável assusta-me
Medo! 3
De ter um furo numa estrada deserta a meio da noite e não ter saldo no telef. Já aprendi a trocar um pneu e pelo sim pelo não o telem anda sempre carregado
Medo! 4
De não corresponder às expectativas, de errar. Eu sei, errar é humano e a mania do perfeccionismo pode ser um defeito difícil de ultrapassar. Tenho mudado com alguma frequência de emprego e os primeiros dias são terríveis
Medo! 5
De ficar sozinha. Moro sozinha há alguns anos, conquistei a minha independência e sabe bem chegar a casa e estar sossegada, em paz e silêncio. Mas ficar sozinha na velhice, de não encontrar a cara metade fruto da minha esquisitice não é uma perspectiva nada animadora.
Passa a outro e não ao mesmo:
Bolas de Sabão
Broa com manteiga
Medo! 1
Que um membro da família mais próxima parta antes de mim. Da dor da despedida, algo com que nunca soube lidar. Continuo mto ligada a eles, pelo que é uma perspectiva que não gosto nem de pensar. Por outro lado, assusta-me o facto de partir e deixar os 3 pimpolhos sem protecção, especialmente a princesa de quem sou madrinha e logo segunda mãe
Medo! 2
Que a casa me caia em cima da cabeça. Passo a explicar: o ano passado comprei um T1 no centro de lx e sempre que a terra treme fico com o coração nas mãos. A perspectiva de ficar a pagar uma casa destruída por um terramoto que ninguém sabe quando vai acontecer mas que é inevitável assusta-me
Medo! 3
De ter um furo numa estrada deserta a meio da noite e não ter saldo no telef. Já aprendi a trocar um pneu e pelo sim pelo não o telem anda sempre carregado
Medo! 4
De não corresponder às expectativas, de errar. Eu sei, errar é humano e a mania do perfeccionismo pode ser um defeito difícil de ultrapassar. Tenho mudado com alguma frequência de emprego e os primeiros dias são terríveis
Medo! 5
De ficar sozinha. Moro sozinha há alguns anos, conquistei a minha independência e sabe bem chegar a casa e estar sossegada, em paz e silêncio. Mas ficar sozinha na velhice, de não encontrar a cara metade fruto da minha esquisitice não é uma perspectiva nada animadora.
Passa a outro e não ao mesmo:
Bolas de Sabão
Broa com manteiga
Tuesday, April 18, 2006
a deliciar-me com o reconhecimento
Há alguns anos trabalhei no easynet, o site de conteúdos da teleweb. acabou por fechar e hoje matei saudades desse tempo ao encontrar um trabalho meu na aldeia global. reconheço que soube bem ouvir dizer que tinham gostado do resultado e que queriam colocar o artigo no site da MAC. Posso nunca ter publicado um livro, nunca ter plantado uma árvore e nunca ter tido um filho. Mas ter três sobrinhos e artigos semanais numa das revistas mais lidas do país já é alguma coisa :) só falta a árvore plantada na machamba!
Saturday, April 15, 2006
just words
"Escrever pode ser uma óptima desculpa para quem na vida não tem qualquer esperança. É uma maneira de preencher uma sombra e há momentos em que um beijo escrito vale por muitos. É sempre a vida, é claro, mas com a distância limpíssima das palavras. E tudo sofre de uma insuficiência que a arte tenta reparar e falha. Eu espero que a esperança um dia venha e tudo isto não seja mais do que um exercício de gramática".
já tinha saudades de ouvir o som do telef a anunciar mais uma mensagem, de adormecer com um beijinho de boa noite, de enfim despertar alguém
já tinha saudades de ouvir o som do telef a anunciar mais uma mensagem, de adormecer com um beijinho de boa noite, de enfim despertar alguém
Wednesday, March 29, 2006
Com o Damien Rice no ouvido
And so it is
no love, no glory
no hero in her sky
i can't take my eyes of you
i can't take my mind of you...
estrada sem fim à vista
a caminhar sem ninguém a quem dar boleia
começa a chover e não tenho guarda-chuva para me proteger
a água das lágrimas lava a alma?
será que alguns foram predestinados a caminhar sozinhos?
no love, no glory
no hero in her sky
i can't take my eyes of you
i can't take my mind of you...
estrada sem fim à vista
a caminhar sem ninguém a quem dar boleia
começa a chover e não tenho guarda-chuva para me proteger
a água das lágrimas lava a alma?
será que alguns foram predestinados a caminhar sozinhos?
Linda linda essa palavra que te dou
és linda, disse ele
como que a finalizar uma sessão intensa de troca de palavras, de murmúrios, de suspiros
ela não se conteve e usou as tácticas das rivais
ele não se conteve e mordeu o isco
a arma dela funcionou, teve a atenção que queria e por alguns instantes o coração ficou mais quente
adormeceu com um sorriso nos lábios
já não se lembrava da última vez que isso lhe tinha acontecido
como que a finalizar uma sessão intensa de troca de palavras, de murmúrios, de suspiros
ela não se conteve e usou as tácticas das rivais
ele não se conteve e mordeu o isco
a arma dela funcionou, teve a atenção que queria e por alguns instantes o coração ficou mais quente
adormeceu com um sorriso nos lábios
já não se lembrava da última vez que isso lhe tinha acontecido
Monday, March 20, 2006
Friday, March 17, 2006
golfe
and nothing else matters...
Às vezes é mais fácil deixar andar do que andar pelos próprios pés. Mas chega o dia em que o cansaço supera tudo e há que ter coragem para colocar um ponto final. Como disse alguém: gosto de ti, mas gosto muito mais de mim!
Friday, March 10, 2006
Monday, March 06, 2006
O dinheiro dá felicidade quando...
me permite embarcar no primeiro avião do dia rumo a Paris. E na cidade luz, depois de passear pelas margens do Sena, posso assistir ao concerto dos Placebo.
De regresso à realidade, espero pacientemente até dia 26 de Maio, data em que o Brian Molko regressa a Lisboa para o Superbock Superock. Yessssssssssssssss
De regresso à realidade, espero pacientemente até dia 26 de Maio, data em que o Brian Molko regressa a Lisboa para o Superbock Superock. Yessssssssssssssss
Esperar cansa...
Espero por ti no fim do mundo
ou no princípio dele,
enquanto as sementes secam ao sol
que não nasce
e as palavras se perdem num verso
sem peso nem medida.
És a que não chega:
promessa do amor que enche
os espelhos, brilho
da treva que assombra
o cristal.
E quando olho pela janela,
como se viesses do fundo da rua,
só a tarde dobra essa esquina
que te viu partir
com os olhos húmidos da manhã nua.
Sombra, cinzas e ruína
chegam em cada primavera; mas tu
só voltas donde não sei,
quando não espero
e onde não estou.
Nuno Judice
ou no princípio dele,
enquanto as sementes secam ao sol
que não nasce
e as palavras se perdem num verso
sem peso nem medida.
És a que não chega:
promessa do amor que enche
os espelhos, brilho
da treva que assombra
o cristal.
E quando olho pela janela,
como se viesses do fundo da rua,
só a tarde dobra essa esquina
que te viu partir
com os olhos húmidos da manhã nua.
Sombra, cinzas e ruína
chegam em cada primavera; mas tu
só voltas donde não sei,
quando não espero
e onde não estou.
Nuno Judice
Thursday, March 02, 2006
Mãe, olha o Shrek!!

Eu que já não me mascarava desde que andei a fazer figuras tristes vestida de Pantera Cor-de-Rosa, este ano surpreendi-me. Na véspera do feriado rumei ao bar do costume, no BA, e estive a abanar-me ao som de músicas dos anos 80 no meio dos mosqueteiros, de scotsh britt, de gajos vestidos de candeeiro e outros que dançavam como se estivessem à beira de um ataque epiléptico. No dia seguinte, armei-me em valente e fui até Belém semi-disfarçada com uma bandolete de orelhas verdes e decidida a devorar um pastel de nata lá do sítio. Pois sim, pois sim, nem disfarçada de estrela de desenhos animados consegui convencer os simpáticos empregados de mesa da casa dos pastéis de belém a fornecerem-me um doce em troca de umas orelhas esverdeadas. Pelo meio, não me escapei a piropos do género Fionaaaa! ou Mãe, olha o Shrek!! Mas já dizia o Bryan Adams, the best was yet to come. Pois que comi um
strudel de maçã ali para os lados da Sé que me deixou nas nuuuuuvens :)
Fiona is in the town
Sunday, February 26, 2006
Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Não é o que parece, lololo Já n via estas fotos há anos! Tal como n vejo este estarola há séculos. Por onde é que andas gajo?? :P
Para mim tanto me faz...
Estava eu mto divertida na bela discoteca da 24 de Julho onde as gajas saem de lá doidas e são atropeladas qdo começo a ouvir os primeiros acordes da bela música dos D'Zert. Com a criançada aos pulos, para mim muito me fez: agarrei nas minhas coisas e ala que se faz tarde!
Sunday, February 05, 2006
Oi
Bebi o meu copo de leite com mel, coloquei a mala de veludo ao ombro, agarrei no guarda-chuva e saí de encontro à luz. Pelo caminho passo por um campo pintado de papoilas, e recordo com carinho os momentos de infância. Mas os tempos são outros. O fiel companheiro Robidu já não me acompanha nestes passeios. Agora tento que o meu presente tenha sempre uma pitada de cardamomo para conseguir olhar para o futuro com uma esperança nos olhos e uma palavra nos lábios: oi!
PS: É só um exercício do workshop de escrita criativa.
PS: É só um exercício do workshop de escrita criativa.
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